sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Esse texto é uma defesa dos políticos

Isso mesmo. É uma defesa dos nossos representantes. Uma defesa dos políticos. Eu os defendo, enquanto alguns fingem odeia-los, mas vou fundamentar devidamente o meu ponto de vista em favor deles.

Como sabemos [e vemos] é recorrente na nossa ignorância política dizer os clichês que todo mundo que diz: ser contra a corrupção, contra os políticos corruptos, contra a roubalheira. Repetem com repugnância, como se alguém fosse a favor disso tudo. É um clichê fajuto dizer que se é contra a corrupção, pois ninguém jamais argumenta que é a favor da corrupção [nem mesmo os corruptos e corruptores]. E aí, como forma de compensar a nossa ignorância política, nós abestados que somos, destilamos todo um discurso de ódio aos políticos, ou seja, a nós mesmos, já que somos animais sociais e portanto, políticos. E o coringa do jogo tá mesmo é lá encima.

Bom. Esse texto não justifica [e não admite] os políticos realmente corruptos, lacaios e roubadores da coisa pública, do dinheiro público. Porém, sendo verdade que existe corrupção na Política, também é verdade que existe muito político bom e de caráter fixo que lutam diuturnamente pelo bem da política e pelo bem de todos nós. Se não, vejamos: é graças aos políticos honestos que temos água encanada, luz elétrica, saneamento básico, educação, etc. O simples fato de eu estar escrevendo esse texto depende [e muito] dos políticos, pois se eles quisessem aprovar uma lei ditatorial [se fosse consenso entre eles] proibindo-me de escrever e externar meu ponto de vista, eu não estaria nem aqui. Você sabe das ditaduras, né?

Ora mas são corruptos todos eles, grita um ignorante ali. São ladrões blasfema outro abestado acolá. Na verdade ladrão e corrupto é o cara que não sabe em quem votou e depois fala mal arrogantemente da classe fundamental que é classe dos políticos, a melhor classe que existe. A verdade é que o cara chama os políticos [que são nossos reflexos] de ladrões, mas vai à igreja dos [alguns] pastores ladrões e corruptos todos os dias e religiosamente. Xinga os políticos mas acha lindo aquele empresário que enricou explorando o povo [que serviu como massa de manobra e trampolim para ele], especulando encima de dinheiro desonesto. A moça alardeia aos quatro cantos que é contra o político que não faz nada, mas ama o Luan Santana que também, curiosamente [ou não], não faz nada pelo Brasil ou, no mínimo, por ela.

Assim temos que pensar mesmo que o político é a melhor [ou a pior, às vezes, é verdade] opção que temos. Você jamais vai ter a chance de dizer um não bem grande, através do voto [que por si só é uma ótima ferramenta] a um empresário, a um pastor, a uma empresa, a um padre ou a um cantor que você julga que são corruptos e não fazem nada pelo Brasil. Mas você vai ter a chance de dá um NÃO bem grande a um político. Agora ou daqui a quatro anos.


Pense nisso. 

terça-feira, 13 de outubro de 2015

E o Juan Rodriguez continua...

Fazendo covers fantásticos.

Dessa vez o Juan Rodriguez faz covers de Love Hurts, da banda escocesa Nazareth, do Guns N' Roses e do grande timoneiro do rock, o eterno rei Elvis Presley.

Aqui é Suspicious Minds do Elvis Presley

E aqui é Love Hurts do Nazareth

E tem muito mais. O cara faz cover do Pink Floyd, do Guns (of course), do Metallica, do Manowar, do Rod Stewart e de muitos outros. 

É só ir lá no canal dele no youtube e pimba: rock'n'roll de todo tipo!

Sites para obter o mais importante: conhecimento.

Vasculhando esse imenso universo que é a Internet, eu sempre acho algo bacana. E dessa vez eu resolvi compartilhar um site que agrega muito valor a quem é sedento por conhecimento; um site da Univesp.
Resultado de imagem para descoberta criança
Uma descoberta de ouro.
Segundo o próprio site "A Univesp TV é o canal de comunicação da Universidade Virtual do Estado de São Paulo, a quarta universidade pública paulista e visa ao incentivo à formação integral do cidadão. Nosso objetivo principal é apoiar o aprendizado dos alunos de cursos da Univesp, através de programas específicos e também de interesse geral.
No ar desde setembro de 2009, foi o primeiro canal digital do País a apresentar programação própria, diversa da transmitida pelo correspondente canal analógico; o que representa um pioneirismo da Fundação Padre Anchieta e da TV Cultura.
De segunda a domingo, das 7h15 às 2h00, a Univesp TV exibe a sua grade com programas de produção própria, cursos e sucessos produzidos pela BBC, Channel 4, Open University, PBS e Europe Images, entre outras.
Também trasmitimos aulas de disciplinas de cursos regulares de graduação e pós-graduação de USP, UNESP e UNICAMP como: Metodologia da Economia, História das Relações Internacionais, História da Música, Geometria Analítica, Física, Cálculo entre outros. Programas como Complicações, Educação Brasileira, Ensino Superior, Desafios da Educação e Fala, Doutor, discutem os temas relevantes do momento, com foco, principalmente, na Educação."
O site oferece varios cursos, tanto da UNICAMP, UNESP e coisas boas da programação da TV CULTURA.
Um curso que estava assistindo é a aula ministrada pela Professora Dorotéa Kerr, do Instituto de Artes da UNESP, intitulado História da Música
Segue aqui, parça: História da Música

sexta-feira, 9 de outubro de 2015

Sobre ampliar seu mundo por meio da cultura


Acredito que ampliar o horizonte da nossa cultura enquanto seres culturais significa estar aberto (sempre) a novos aprendizados; ser receptivo às boas ideias, àquilo que agrega valor pra gente e filtrar mesmo aquilo que, de imediato, não soma aparentemente algo prático para nossas vidas.
Esta está feliz por que aprendeu a tocar guitarra.
Sempre ler, querer aprender mais e mais. Sofisticar o que já sabemos e aprender algo a mais é sempre salutar para o nosso arsenal cultural. Ouvir, escutar, ver sempre de modo analítico. Quando ler um livro fazer anotações sobre ele: resumos, resenhas, escrever sobre ele. Falar, opinar, debater e compartilhar os horizontes da cultura que aquele autor nos traz.
Resultado de imagem para felicidade
Este está feliz por que aprendeu um novo idioma.
Feito isso, tentar ainda conhecer mais sobre o autor, sua biografia, outros livros que escreveu, outras abordagens que usou em outros e a linha de pensamento geral que ele segue.

Ampliar a nossa cultura é estar mesmo aberto às possibilidades. É perceber a simplicidade nas miúdezas. É sempre se empenhar nas coisas simples e pequenas que podem se desdobrarem em coisas grandes, que somam valor a nós e a nossa comunidade.

Participar da vida social e política das nossas comunidades também é deveras importante. É na comunidade que a vida acontece. É lá que as miúdezas fazem toda a diferença. Por este motivo, a importância da participação social. Assim, interferir de forma voluntária ao bem coletivo, está na dianteira das transformações que podem causar para nós e para os nossos pares é fundamental na ampliação de nosso horizonte cultural.
Resultado de imagem para felicidade
Estes estão felizes por que aprenderam muitas coisas juntos.
Sempre prezei em manter uma curiosidade científica na minha personalidade. Assim, se alguém me fala o nome de algum escritor, de um cientista, engenheiro ou outro de que eu não conheça eu perguntarei e ou pesquisarei na internet sobre ele para somar à minha cultura. Sei que não é pedantismo querer saber os fundamentos da vida. Por isso amplio minha munição cultural por meio da música (ouvindo e tentar fazer), das artes e das artes marciais, da matemática, do esporte, da leitura em geral, da curiosidade salutar, das inquietações filosóficas e políticas.

Vejo (e sempre quero ver) que ampliar o nosso mundo por meio da cultura e olhar o mundo de forma cada vez mais ampla. Um universo a ser explorado.
Estas têm um universo a ser explorado.

E sempre aprendido.

quinta-feira, 8 de outubro de 2015

Give me the Rock’n’roll, honey!

By Valdecir Ximenes

My first text in English is about something that I taste very much: the rock’n’roll, baby.

I think to write about politics, philosophy, computing, martial arts or physics, but I choice the task to write about this thing that I taste since a long time ago.

Rock is my religion. The guitars (and the guitarists), the basses (and the bassists), the drums (and the drummers), solos, vocal and loud sound fascinated me by all ways.  And many rock bands are yours badges/characters.

My religion: rock!
Many rock bands like Guns N’ Roses, AC/DC, Metallica, Judas Priest, Rolling Stones, U2, even motivated me to learn English. When I listen this bands (and many of them songs), I find yours translations e lyrics on Internet. And this, naturally, helped me a lot.

And it also helped me a lot about music theory: notes and intervals, scales, chords, guitars, basses, etc. And how songs are mades: by harmonic field, scales and others things.

So for this, but not only: give me the Rock’n’roll, baby!


quarta-feira, 7 de outubro de 2015

E esse Che Guevara, era o cara mesmo?

Se Tony Stark (o Iron Man/Homem de Ferro) é gênio, bilionário, play boy e filantropo, Che Guevara não deixa por menos. Com uma diferença: O Che é amado por muitos e muito odiado por muitos outros.
Bilionário...
Eis por que então, o Ernesto "Che Guevara" é isso tudo.

Escritor, enxadrista, médico, intelectual...playboy

Intelectual. Leitor contumaz, o Che gostava de ler de tudo. Medicina, política, história, economia. Depois passou a escrever sobre isso tudo, notadamente sobre economia e política. E com isso foi ganhando consciência política de esquerda, pois se quisesse teria mandado os excluídos irem às favas e teria sido um médico bem sucedido argentino.

Aventureiro. Pilotava aviões, fazia alpinismo e grandes aventuras incluindo a famosa viagem de moto pela América Latina com o seu amigo Alberto Granado.

Enxadrista. O Che era um exímio jogador de Xadrez e poker. Gostava também de muitos outros jogos.

Play Boy. Che Guevara era considerado um mulherengo. Um play boy ou pegador nos nossos dias. Bonitão, aventureiro, médico, de classe média e intelectual, era fácil pra ele pegar muitas mulheres.

Balanço da história toda: jogador de xadrez, aventureiro/guerrilheiro, autor de obras políticas, estadista. Tudo isso levou o filósofo francês Jean Paul Sartre a chamar Che Guevara de "o homem mais completo de nosso tempo".

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

O Banco do Brasil de Coreaú não funciona e tudo bem!

Valdecir Ximenes

Não falo do pessoal que trabalha lá. Eles são prestativos, fazem seu trabalho, mesmo que só faça o trivial, o básico.

Acontece que o BB/Coreaú funciona em plena morosidade (parece que não é só justiça que é lenta não). Muitas vezes eu tendo precisado dos serviços da agência em questão – por causa da conta do conselho escolar da escola onde trabalho -, a lentidão sem fim do BB/ Coreaú me rachou a cabeça de raiva. A demora, as desculpas, os argumentos lentos para justificar a lentidão de uma agência que precisa urgentemente se atualizar é de morrer de rir (e de raiva, naturalmente).
A lebre é o BB/Coreaú. A tartaruga é a tartaruga mesmo. Mas adivinha que vai ganhar a corrida??

De novo, não estou criticando este ou aquele agente em particular. Falo mesmo é que a instituição BB/Coreaú precisa o mais depressa possível se corrigir: melhorar, agilizar, “atualizar” o seu sistema de funcionamento para atender plenamente e  dentro da normalidade os seus pacientes clientes.

E o que mais me inquieta nisso tudo é a pacata e benevolente aceitação dos clientes desta agência da sua morosidade e funcionamento lento - que, ao invés de reclamarem, de cobrarem -, estão aceitando de boa e dizendo “tudo bem” para tanto descaso e maus serviços com eles e com todos nós.
Resultado de imagem para tartaruga ganhando a corrida
Num disse que a tartaruga ia ganhar!!
E como somos apenas “latinos americanos, sem dinheiro no banco, sem parentes importantes,  e vindo do interior” a nossa melhor opção é reclamar.

Se não mudar, aí tudo bem.

Ou não!