quarta-feira, 13 de maio de 2015

Baixistas: Os 10 melhores do rock e do metal segundo o Watchmojo

publicado aqui no Whiplash.net

Nessa lista o Watchmojo está focando em músicos que são grandes compositores, e possuem destaque e sucesso comercial com suas bandas de rock e metal, ao invés de músicos puramente técnicos.

Confira:

10: John Myung, DREAM THEATER
09: John Deacon, QUEEN
08: Flea, RED HOT CHILI PEPPERS
07: Les Claypool, PRIMUS
06: Cliff Burton, METALLICA
05: Steve Harris, IRON MAIDEN
04: John Paul Jones, LED ZEPPELIN
03: Paul McCartney, BEATLES
02: John Entwistle, THE WHO
01: Geddy Lee, RUSH

Merecido? Deixe seu comentário abaixo!




terça-feira, 5 de maio de 2015

Conheça Vitor Teixeira: o ilustrador à esquerda

http://lounge.obviousmag.org/manifesto_da_artes/2014/05/vitor-teixeira-o-ilustrador-de-esquerda-e-seus-desenhos-politizados.html

ENTREVISTA COM VITOR TEIXEIRARevista GRR #4Você provavelmente já deve ter compartilhado ou visto uma charge dele espalhada pelo Facebook. O ilustrador do mês de Agosto se chama Vitor Teixeira - ele ficou conhecido por suas diversas charges com críticas políticas, pautando temas polêmicos que grande parte da mídia tradicional não tem ao menos a coragem de debater.[[MORE]]
Trocamos uma ideia com ele, saca só o resultado.
1) Como e quando você começou a desenhar e quais foram as suas inspirações e exemplos?
Vitor: Comecei rabiscando caderno de receita que eu pegava na cozinha. Minhas inspirações atuais são pessoas que utilizam seu trabalho como ferramenta social, dentro ou fora das artes visuais. Seja fazendo ilustra pra cartilha de ensino público ou pixando muro de playboy.

2) Boa parte do seu trampo disponível nas redes sociais tem relação com fatos políticos. Trata-se de um foco específico ou o seu trabalho abrange outras temáticas?
Vitor: Meu trabalho atualmente está focado nos cartuns pra internet. Gosto de outras abordagens, mídias e temáticas, mas meu foco agora é incendiar debate político na rede, pegando assuntos que variam conforme os acontecimentos diários, sempre com atenção às injustiças sociais. Além de acompanhar a mídia corporativa e independente, o contato com ativistas, movimentos, organizações e partidos de esquerda é imprescindível para eu ter ideias e colocá-las em prática.
3) As charges, ou “tirinhas”, ganharam um amplo espaço com as redes sociais - Tumblr, Facebook, Twitter… Mas desde Junho do ano passado, tivemos um grande destaque de artistas surgindo, como você e o Adriano (Pirikart). Você acredita que as Jornadas de Junho acabaram dando maior alcance ao trabalho de vocês?
Vitor: As jornadas de junho colaboraram muito para o alcance do meu trabalho. Na época muita gente que não tinha interesse em debater ideias entrou na dança e compartilhou desenho meu. Mas não sou defensor das “causas” dos “sem partido”, muito populares nas ruas naquele período. Junho foi apenas um trampolim para eu ser encontrado por aqueles quem eu realmente represento no meu trabalho.
4) Mesmo como artista, você sempre deixou claro seu posicionamento político de esquerda. Tendo dito isso, você acredita que algum dos candidatos a presidência possui um programa político progressista capaz de compreender as Jornadas de Junho?
Vitor: Não é falsa modéstia, mas não me considero artista. Sou apenas um companheiro que desenha (risos). Não acho que nenhum dos candidatos tem força política, dadas as condições atuais, pra impulsionar uma reforma política partida do planalto. Quem está fazendo isso é a sociedade organizada, apesar do silêncio dos grandes meios de comunicação. Está em curso uma campanha nacional para realização de um plebiscito popular, organizado por dezenas de movimentos sociais, que vai propor uma constituinte exclusiva. Pressão popular, esse é o único caminho.
5) Se puder, conte para nós como foi a elaboração da arte para a capa dessa edição - como foi a escolha dos elementos, a forma de abordar o tema, etc.
Vitor: Quando faço trabalhos para revistas como essa, tenho mais liberdade artística do que preocupação em acertar uma ideia pra viralizar na rede e atingir a massa. Aproveitei pra fazer algumas colagens, brincar com texturas, coisas que não costumo fazer nos cartuns diários. O uso e a atual política contra as drogas são antagonistas, tentei expressar esse paradoxo.
http://www.guerrilhagrr.com.br/post/98966898050/entrevista-com-vitor-teixeira-revista-grr-4-voce

Eduardo Cunha nocauteia trabalhador!

Mais imagens (e textos) na página na internet do Vitor Teixeira

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Nós amamos muito tudo isso

Valdecir Ximenes.

E lá se foi a turma para a aula de Educação Física. Meninos e meninas juntos e misturados. A vida nos dá dessa ampla oportunidade de vivermos a vida a mil, sem maiores preocupações pois sabemos que elas virão mais cedo ou mais tarde. Mesmo que a gente não as queira. E enquanto elas não vem, aqui vamos nós: brincando, pulando, saltitando... e por que não implicando com o coleguinha. 

Sabe né? Adolescentes.
Pra gente não há maldade no mundo. Nem mesmo no carinha que pega a bola e com cara de menino malcriado diz: "Ninguém vai mais jogar não. Vocês não querem jogar sério!". É como que se a confusão estivesse espalhada. Só que não tá. Sabe, a vida e o momento são muitos curtos para ficarmos de "mimimi" e fazendo "biquinho". "Dá aqui a bola, fera. Vamo jogar".

Andar de bicicleta é mó barato. O guri derruba levemente a guria, mas não há maldade nisso. Apenas amizade concreta. E pra completar a coleguinha enche a outra de farinha de trigo, de maizena, de farinha, de ovo de galinha quebrado na testa. Bem feito, quem manda ela ser a chata mais querida da turma, dentre tantas chatinhas e chatinhos da turminha. A vida pra nós é bem mais do que nossas "chaticezinhas". Amamos até mesmo as nossas raivas. A raivinha e o ciúme daquela minha colega legal, a minha chatinha favorita.
Junto e misturado.
Aquela outra não faz caso das minhas ternurinhas, que nem não fazia caso aquele porquinho-da-índia do Manuel Bandeira. Vai entender, a vida tem dessas coisas.
E aquele trabalho de Matemática pra próxima semana é bem dificil.

Esqueça por enquanto. Aqui, meu chapa, agora é só diversão.

Manja, né?!


Tu manja, né? A adolescência é uma festa.

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Jet Li não tá pra brincadeira

Valdecir Ximenes.

Sabe né? Jet Li e Kung Fu rima muito bem.

Você sabe quem é ele!


E aí tu vê.

A pancadaria toma de assalto.

O vídeo a seguir é uma das melhores cenas de filme do Jet em que ele manda ver com o seu Kung Fu certeiro.

E nós bem sabemos: Li não tá pra brincadeira.

Então senta a púa, Jet Li!


"Ah é assim? Então toma!"

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Sem fala a mando dos censores

"Afaste de mim esse Cálice"


Aqui teria um conto erótico, mas foi convenientemente censurado.


sexta-feira, 17 de abril de 2015

Fique e me ajude a terminar o dia

Valdecir Ximenes

Não desgrudamos um um do outro a noite toda. Há muito queria tê-la com comigo para provar de sua essência. Fora uma eternidade de espera por esse momento. Chegado o dia, e já pela manhã, ela me diz:

- Tenho que ir!
- Como tem que ir? Náo vai ficar aqui? Hoje é domingo.
- Então, mas ... enfim ...sabe.
- Fique e escute essa música
                                                      
                                                                                         Stay (Pink Floyd)

Stay and help me to end the day
And if you don't mind we'll break a bottle of wine
Stick around and maybe we'll put one down
Cause I wanna find what lies behind those eyes
Midnight blue burning gold
A yellow moon is growing cold

I rise looking through my morning eyes
Surprised to find you by my side
Rack my brain to try to remember your name
To find the words to tell you goodbye
Morning dues newborn day
Midnight blue turned to gray

Midnight blue burning gold
A yellow moon is growing cold
Fique 
Fique e me ajude a terminar o dia
E se não se importar, abriremos uma garrafa de vinho.
Fique por perto, e talvez a gente consiga derrubá-la toda.
Porque quero descobrir o que se esconde por trás dos teus olhos.
Meia-noite azulada queimando dourada
Uma lua amarelada crescendo fria

Acordo abrindo olhos amanhecidos
Surpreso por te achar ao meu lado.
Vasculho minha mente tentando lembrar teu nome
E achar as palavras certas pra dizer adeus
Começar o novo dia já devendo de manhã.
O azul da meia-noite virou cinza.

Meia-noite azulada queimando dourada
Uma lua amarelada crescendo fria


Ela ficou. Sugou minha alma e eu suguei a dela.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Sobre como ser um cidadão de bem

Valdecir Ximenes.

Todo dia eu registro esse acontecimento grandioso. Não é uma comemoração de políticos, de magnatas, nem de empresários. Não é um show da minha banda favorita de rock'n'roll. É algo bem maior; um registro gigantesco, carregado de beleza, um registro de simplicidade: Um homem, uma bicicleta, um cachorro amigo, um trabalho e uma vida. Vida grande, importante, simples, linda.
 
"Não existe grandeza onde não existe simplicidade, bondade e verdade" (Leon Tolstoi)

É que quando vou pra escola em que trabalho quase sempre encontro – indo ou voltando – um senhor de nossa localidade que vem de seu trabalho a 6 km distantes daqui. Todo dia. Lá está aquele senhor já avó, família criada, pra sua labuta cotidiana. A simplicidade ali contida é de encher os olhos de alegria e contentamento pelo empenho daquele senhor que completa o registro com sua singela bicicleta, seu cachorrinho fiel, sua obstinação.

Um cidadão de bem. Uma aula de vida.

Vivemos numa sociedade quase sempre hipócrita que reivindica o título “cidadão de bem” para si. E quase sempre não é nem de longe um cidadão de bem. Aqui, esse senhor, é um cidadão de bem.

A vida em toda sua grandeza: simples.

Vida longa aquele senhor que me ensina todos os dias o que é ser um cidadão de bem.

Obrigado meu professor.

Obrigado professor da vida.

Obrigado mestre da simplicidade.

Obrigado por me mostrar, de forma simples, como ser um cidadão de bem.